quinta-feira, 22 de julho de 2010

LEMBRANÇA


Morto de forma súbita há nove anos, hoje, 22 de julho, é o aniversário de nascimento de meu irmão Plínio, o terceiro filho de meus pais, nascido em 1953.

Plínio Aurélio do Amaral Rocha era mais do que apenas irmão, era o meu ídolo na advocacia, meu mestre, exemplo de vida dedicado às causas da liberdade, dos oprimidos e dos mais pobres. Amigo dos sertanejos, revoltado com a injustiça secular que o Brasil impõe aos seus filhos dos sertões mais distantes e esquecidos, como Alto Parnaíba e região, Plínio encarnava o bom orador e o primoroso redator na defesa radicial dessas gentes e dessas causas.

Não quero me alongar, apenas, saudoso, relembrar, como o faço diariamente, a falta que ele faz a mim, à nossa octagenária e doente mãe, aos nossos irmãos, sobrinhas, cunhados e demais parentes e acima de tudo, aos mais necessidatos e deserdados de cidadania de Alto Parnaíba, de Santa Filomena e Tasso Fragoso, onde atuou como operador do direito sem rendas, mas com coragem em defender os perseguidos e em combater os abusadores do mesmo direito.

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