segunda-feira, 22 de outubro de 2012

UM BOM JUIZ

Costumo dizer que em meus 21 anos de advocacia não conheci qualquer juiz corrupto, desonesto, indigno. Tive o privilégio de trabalhar e conviver com bons juízes, jamais com maus juízes. Uns mais preparados, mais cordiais, mais talhados humanamente para a árdua missão de julgar a vida, a liberdade, o patrimônio de outros homens. José Américo de Almeida, estadista da Paraíba, imortalizou na célebre A Bagaceira o mandamento de que o mau juiz é o pior dos homens.

Dentre inúmeros magistrados, tive a honra e o privilégio de exercer a advocacia e conviver com maior proximidade com um deles em especial. Um magistrado correto, culto, humano, gentil, cordial, justo. Trata-se do juiz de direito Aderson Antonio Brito Nogueira, atulmente titular da segunda vara da comarca de Floriano, à margem do rio Parnaíba.

Natural de Santa Filomena, filho do escrivão de justiça e tabelião Benvindo Lustosa Nogueira e da escrevente Eliane Brito Nogueira, já no Oriente Eterno, Aderson ingressou na magistratura logo após se bacharelar em direito, e já alcançou a quarta entrância, praticamente o tôpo da carreira. De hábitos simples, voltado ao social, misturando-se com a multidão - conforme ensinava o não menos extraordinário magistrado, saudoso desembargador maranhense Aluizio Ribeiro da Silva - o juiz Aderson Antonio faz da magistradura o sacerdócio, aplicando as leis com correção, com justeza, dando ao direito a realidade das ruas. É um bom juiz.

Passando por dificuldades momentâneas, o Dr. Aderson Antonio, que leva o nome dos dois avós, Aderson Lustosa do Amaral Brito (avô por adoção) e Antonio Lustosa Nogueira -, é rigoroso sem ser arbitrário; é decente sem ser prepotente; é caridoso sem ser hipócrita. Maçom, traduz na prática do bem a fraternidade, princípio primeiro da milenar instituição; juiz e maçom, consagra a defesa da igualdade e prima pela liberdade como bem maior, ou, como vaticinava o ribeirinho do Parnaíba piauiense Evandro Lins e Silva, advogado e juiz (ministro do Supremo Tribunal Federal), um dos maiores juristas do Brasil em todos os tempos - a liberdade é a regra; a prisão é a exceção.

Tudo passa e o tempo é o senhor da razão, já diziam os grandes, como Ulysses Guimarães. A minha convicção pessoal e de operário do direito na lisura dos atos do magistrado Aderson Antonio Brito Nogueira é aboluta, e o tempo a confirmará. Tudo passa; os bons ficam. O Dr. Aderson Antonio é um bom juiz.       

Foto: José Bonifácio Bezerra - Reprodução  - Portal GP1 - Blog Cerrados de José Bonifácio.

2 comentários:

  1. Décio, você disse sobre o Dr. Aderson tudo que eu gostaria de dizer se tivesse a sua eloquência.Mas peço permissão pra repetir suas palavras :" O Dr. Aderson é um bom juiz.", um homem de bem!Forte
    abraço!

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  2. Martha, é inconteste o seu elevado nível intelectual e de educadora extraordinária. Ao lado disso, o seu espírito elevado a faz reconhecer no Dr. Aderson Antonio um juiz correto, justo, humano, que ama a sua Santa Filomena como poucos. Realmente, Aderson Antonio Brito Nogueira encarna a figura do verdadeiro juiz. Um grande abraço

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