sábado, 7 de abril de 2012

UMA PERDA NA FAMÍLIA BORGES DE ALTO PARNAÍBA

Ausente não pude comparecer ao velório e sepultamento de dona Mariquinha Borges, falecida recentemente em Brasília, cujos restos mortais foram enterrados em nossa terra natal, Alto Parnaíba, no extremo sul maranhense.

Filha de dona Carmina e seu Bertoldo Borges, dona Mariquinha ficou viúva relativamente jovem e com trabalho honrado, elevados princípios morais, conduta exemplar criou os filhos e os encaminhou na trilha do bem.

Membro de uma das mais tradicionais e antigas famílias alto-parnaibanas, dona Mariquinha era mãe de José Benedito (Bidico), Metom, Lídia, Leônidas, Adeílson, Aldeir, Tatiane, Valda, Joana, e era uma pessoa simpática, atenciosa, humilde, amiga de minha família.

Reprodução BPI.

A família Borges é uma das fundadoras do município de Alto Parnaíba e desde o princípio se radicou na então Fazenda Prata, a poucos quilômetros do centro da cidade, também à margem do rio Parnaíba. A Prata, hoje bairro, cujo nome se deu mais pela preciosidade e beleza do lugar e não pelo minério, se confunde com a própria fundação da Vila de Nossa Senhora das Vitórias em 1866, hoje apenas Alto Parnaíba.

Dentre os irmãos de dona Mariquinha, o tenente da Polícia Militar do Maranhão Arnor Borges de Oliveira, ex-delegado de polícia de Alto Parnaíba e ex-vereador em nosso município, falecido no ano passado na cidade maranhense de Barra do Corda, e o exímio carpinteiro Manoel Borges, felizmente ainda entre nós.

Com plena convicção, é mais uma perda lamentável para a grande família alto-parnaibana. Mas, como creio na imortalidade do espírito, pois não haveria sentido na vida material se esta se extinguisse com a morte, dona Mariquinha Borges apenas mudou de lar para um plano imensamente melhor.

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