segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A OLÍMPIADA É NOSSA

Sem pieguismo de qualquer natureza, a emoção falou alto durante a reunião de Copenhague que terminou por escolher a cidade do Rio de Janeiro como a sede dos Jogos Olímpicos a serem realizados em 2016.

Valeu a luta de brasiliros que trazem o esporte e a paixão pela nação acima de tudo, a começar pelo incansável presidente do comitê olímpico brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, passando pelo ministro dos Esportes, Orlando Silva, até o eterno presidente da Fifa, João Havelange, símbolo do desenvolvimento do esporte no Brasil, em dobradinha com Pelé.

É impressionante a mesma ladainha de setores da grande imprensa, a começar por VEJA, em desqualificar tudo aquilo que o país alcança e que consideram, sem ouvir e se dirigir ao povo que chora nas ruas em momentos como esse, e analisar como atraso, prejuízo econômico, política subsenvolvimentista do PT de Lula. Ora, as famílias conservadoras e endinheiras que abocanharam as concessões públicas da grande mídia, poderiam explicar o Brasil dos últimos 50 anos, que tudo lhes concedeu gratuitamente, além de se misturar verdadeiramente na multidão, onde sentiriam que os brasileiros adoram esporte e, assim como os européus, norte-americanos e orientais, ficam extasiados com as conquistas de sua pátria. Felizmente, a VEJA, de quem sou assinante, em sua atual edição, vivencia e aplaude a conquista da sede da olímpiada.

Acredito que o resgate do Rio ocorrerá com a olímpiada e é essencial, agora, que a emoção dê lugar à realização e que os três níveis de governo, juntos na Dinamarca continuem unidos (independentemente dos governantes e partidos no futuro) e iniciem as construções necessárias para que, em 2016, a festa seja ainda maior e perfeita.

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